PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ESTUDOS LITERÁRIOS
GRADE CURRICULAR
GRADE CURRICULAR PPGEL
| Descrição | Data da publicação |
|---|---|
| Matriz Curricular PPGEL - revisão de 2021 | 2026-08-31T17:26:09-04:00 |
A CRÔNICA E O CONTO CONTEMPORÂNEOS
Carga Horária: 60 h
Creditos:4
Ementa:
Leitura crítica da crônica e do conto contemporâneos; a questão do gênero; a categoria do leitor previsto; as tensões dialéticas, acepções e fronteiras da crônica e do conto: norma e estranhamento.
Bibliografia:
ANDRADE, Mário de. “Contos e contistas”. In: O empalhador de passarinhos. São Paulo: Martins, 1972.
ATAÍDE, Vicente. “Conto, contos”. Os vencedores. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
BENDER, Flora Chistina.; LAURITO, Ilka Brunhilde. Crônica: história, teoria e prática. São Paulo: Scipione, 1993.
BOLETIM BIBLIOGRÁFICO BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE. São Paulo, v. 46, n. 1/4, jan./dez.1985.
BOSI, Alfredo. Situação e formas do conto brasileiro contemporâneo. In: _____. O conto brasileiro contemporâneo. São Paulo: Cultrix, 1999
CANDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade: estudo de história e teoria literária. São Paulo: Nacional, 1985.
CANDIDO, Antonio. et alii. A crônica: o gênero, sua fixação e as transformações no Brasil. Campinas: Ed. da UNICAMP; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1992.
CASANOVA, Pascale. La république mondiale des lettres. Paris: Seuil, 2008.
CORTÁZAR, Julio. Valise de cronópio. São Paulo: Perspectiva, 1993
COUTINHO, Afrânio. Ensaio e crônica. In: COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro: José Olympio; Niterói: UFF, 1986 (vol. 6).
c A estrutura ausente. Trad. de Pérola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 1971. p. 70–71.
ECO, Umberto. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas. Trad. de Giovanni Cutolo. São Paulo: Perspectiva, 1988.
FERBER, Michael. A Dictionary of Literary Simbols. Cambridge: University Press, 1999.
FILHO, Domício Proença (Org.). “Conto”. In: O livro do seminário – ensaios. São Paulo: 1983
GOMES, Gínia Maria (Org.). “Reflexões sobre o conto”. In: Narrativas contemporâneas – recortes críticos sobre Literatura Brasileira. Porto Alegre: Libretos, 2012.
HOHLFELDT, Antônio. Conto Brasileiro Contemporâneo. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1981
JÚNIOR, R. Magalhães. A arte do conto. Rio de Janeiro: Bloch, 1972.
JÚNIOR, R. Magalhães. Variações sobre o conto. Rio de Janeiro: Serviço de documentação, MEC, 1952.
LUCAS, Fábio. “O conto brasileiro atual”. In: Primeiro encontro com a Literatura Brasileira. São Paulo: Secretaria de Cultura/Câmara Brasileira do Livro, 1977.
MARTINS, S. J. de A. A crônica brasileira. São José do Rio Preto: IBILCE/UNESP, 1980. p. 1-17.
MASSAUD, Massaud. A crônica. In: MASSAUD, Massaud. A criação literária. Prosa II. São Paulo: Cultrix, 1967.
MORAES, Vinicius de. “O exercício da crônica”. In: MORAES, Vinicius de. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. p. 9-13.
POUZADOUX, Claude. Contos e Lendas da Mitologia Grega. Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2005
PROPP, V. Morphologie du conte. Paris: Gallimard, 1970.
REIS, Carlos; LOPES, A. C. M. Dicionário crítico de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. Crônica: definições. Folha de S. Paulo, 09 out. 1970
Carga Horária: 60 h
Creditos:4
Ementa:
Das poéticas clássicas ao lirismo moderno: gênero e história; poesia e modernidade; poesia e contemporaneidade; poesia e outras artes.
Bibliografia:
BAUDELAIRE, Charles. As flores do mal. Trad. Ivan Junqueira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
BAUDELAIRE, Charles. O pintor da vida moderna. In: CHIAMPI, Irlemar (org.). Fundadores da modernidade. São Paulo: Ática, 1992, p.102-119.
BENJAMIN, Walter. Sobre alguns temas em Baudelaire. BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 1989. v. III: Charles Baudelaire – um lírico no auge do capitalismo, p.103-149.
BORGES, Jorge Luis. O enigma da poesia. In: BORGES, Jorge Luis. Esse ofício do verso. São Paulo: Cia. das Letras, 2000, p.9-28.
BRANDÃO, Roberto de Oliveira. Três momentos da poética antiga. In: ARISTÓTELES, HORÁCIO e LONGINO. A poética clássica. São Paulo: Cultrix / Edusp, 1981, p.1-16.
BUENO, Antônio S., MIRANDA, Wander M. Moderno, pós-moderno e a nova poesia brasileira. In: CASTRO, Silvio (org.). História da literatura brasileira. Lisboa: Alfa, 2000. Vol. 3, p.443-466.
BAUDELAIRE, Charles. As flores do mal. Trad. Ivan Junqueira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. ______. O pintor da vida moderna. In: CHIAMPI, Irlemar (org.). Fundadores da modernidade. São Paulo: Ática, 1992, p.102-119.
BENJAMIN, Walter. Sobre alguns temas em Baudelaire. BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 1989. v. III: Charles Baudelaire – um lírico no auge do capitalismo, p.103-149.
BORGES, Jorge Luis. O enigma da poesia. In: BORGES, Jorge Luis. Esse ofício do verso. São Paulo: Cia. das Letras, 2000, p.9-28.
BRANDÃO, Roberto de Oliveira. Três momentos da poética antiga. In: ARISTÓTELES, HORÁCIO e LONGINO. A poética clássica. São Paulo: Cultrix / Edusp, 1981, p.1-16.
BUENO, Antônio S., MIRANDA, Wander M. Moderno, pós-moderno e a nova poesia brasileira. In: CASTRO, Silvio (org.). História da literatura brasileira. Lisboa: Alfa, 2000. Vol. 3, p.443-466.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1991 PAZ, Octavio. O arco e a lira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
FRIEDRICH, Hugo. A tradição da ruptura. In: PAZ, Octavio. Os filhos do barro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p.17-35.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Pessoa Ninguém? In: PERRONE-MOISÉS, Leyla. Fernando Pessoa, aquém do eu, além do outro. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p.11-44. POE, Edgar Allan. A filosofia da composição. In: POE, Edgar Allan. Ficção completa, poesia e ensaios. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986, p.911-920.
RIMBAUD, Arthur. Rimbaud livre. Trad. e Introdução de Augusto de Campos. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2009.
TEZZA, Cristovão. A poesia segundo os poetas. In: TEZZA, Cristovão. Entre a prosa e a poesia:
Bakhtin e o formalismo russo. Rio de Janeiro: Rocco, 2003, p.56-85.
Carga Horária: 60h
Créditos: 04
Ementa:
Concepções de cultura, literatura e arte. Mediações interartísticas no processo de Ensino da Literatura. Ensino de literaturas e artes africanas e afro-brasileiras no contexto da educação brasileira. O professor como mediador do processo de leitura da obra literária e artística.
Bibliografia:
BARTHES, R. A aula. Trad. e Posfácio de L. Perrone-Moisés. São Paulo: Cultrix, 1980.
BAUMAN, Z. Ensaios sobre o conceito de cultura. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.
BOURDIEU, P. As regras da arte: gênese estrutura do campo literário. Lisboa: Presença, 1996.
BOYER A-M. A Paraliteratura. Trad. de Alves Calado. Porto: RésEditora, 1992.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de dezembro de 1996. Disponível em:
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 10 de janeiro de 2003. Disponível em:
BRASIL. Parecer CNE/CP nº 3, de 10 de março de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro- -Brasileira e Africana. Diário da Oficial da União. Brasília, DF, 19 mai. 2004.
Disponível em:
BRASIL. Resolução CNE/CP nº 1º, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 jun. de 2004, Seção 1, p. 11.Disponível em:
BRASIL. Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008. Inclui no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-brasileira e Indígena”. Diário Oficial da União, Brasília, 11 de março de 2008. Disponível em:
BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 26 de junho de 2014. Disponível em:
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília,
MEC/CONSED/UNDIME, 2018. Disponível em:
CANCLINI, N. G. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Editora da USP, 2011.
CONDURU, R. Arte Afro-Brasileira. Belo Horizonte: C/Arte, 2007.
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2006.
ISER, W. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. São Paulo: Editora 34, 1996.
LAJOLO,M. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática,1993.
READ, H. A educação pela arte. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
VISENTINI, P. F.; RIBEIRO, L. D. T.; PEREIRA, A. D. História da África e dos Africanos. Petrópolis: Vozes, 2014.
ZILBERMAN, R. A leitura e o ensino da literatura. 2ed. São Paulo: Contexto, 1991.
WILLIAMS, R. Cultura e Materialismo. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Carga horária: 60h
Créditos: 04
Ementa:
O curso visa a sistematização e interrogação do fenômeno textual do erotismo em textos literários modalizados pelo sexo e suas encruzilhadas, concentrando, para tanto, um conjunto de teorias críticas e teóricas que corroboram a área de concentração de estudos em questão. Desse modo, a disciplina é concebida em tópicos fronteiriços – estéticos e/ou morais – que averiguam e determinam o discurso erótico enquanto potência discursivo-literária.
Bibliografia:
ALBERONI, Francesco. 1988. O erotismo. Rio de Janeiro: Rocco.
ALEXANDRIAN. 1994. História da literatura erótica. Rio de Janeiro: Rocco.
ANTONIO NIETO, José. Sexualidad y deseo. Crítica antropológica de la cultura. Madri: Siglo Vientiuno de España Ediores, 1993.
BARBO, Daniel. O triunfo do falo: homoerotismo, dominação, ética e política na Atenas clássica. Rio de Janeiro: E-papers, 2008.
BARCELLOS, José Carlos. Literatura e homoerotismo em questão. Rio de Janeiro: Dialogarts, 2006.
BARTHES, Roland. Fragmentos de um discurso amoroso. Trad.: Márcia Valéria Martinez de Aguiar. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
BATAILLE, Georges. O erotismo. Trad.: Fernando Scheibe. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.
BULHÕES, Marcelo. Leituras do desejo: O erotismo no romance naturalista brasileiro. São Paulo: USP, 2003.
DUMOULIÉ, Camille. O desejo. Trad.: Ephraim Ferreira Alves. Petrópolis – RJ: Vozes, 2005.
SANTOS, Rick; GARCIA, Wilton (orgs.). Perspectivas teóricas dos estudos gays e lésbic@s no Brasil. São Paulo: Xamã: NCC/SUNY, 2002.
FAURY, Mára. Uma flor para os malditos. A homossexualidade na literatura. Campinas: Papirus, 1983.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade: a vontade de saber. Trad.: Maria Thereza da Costa Albuquerque. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1988.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade: o cuidado de si. Trad.: Maria Thereza da Costa Albuquerque. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1985.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade: o uso dos prazeres. Trad.: Maria Thereza da Costa Albuquerque. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1984.
FRANCONI, Rodolfo. Erotismo e poder na ficção brasileira contemporânea. São Paulo: Anablume, 1997.
GIDDENS, Anthony. A transformação da intimidade: sexualidade, amor e erotismo nas sociedades modernas. São Paulo: Editora UNESP, 1993.
HERITIER, Françoise. Masculino / Feminino. O pensamento da diferença. Trad.: Cristina Furtado Coelho. Lisboa: Instituto Piaget, 1998.
HUNT, Lynn. A invenção da pornografia: obscenidades e as origens da modernidade 1500-1800. Tradução: Carlos Szlak. São Paulo: Hedra, 1999.
INÁCIO, Emerson da Cruz. A herança invisível: ecos da “literatura viva” na poesia de Al Berto. Manaus: UEA Edições, 2013.
LANCE, Daniel. Além do desejo. Literatura, sexualidades e ética. Trad.: Margarita Maria Garcia Lamelo. São Paulo: É Realizações, 2015.
LUGARINHO, Mário César. Uma nau que me carrega: rotas da literariedade em língua portuguesa. Manaus: UEA Edições, 2013.
MAINGUENEAU, Dominique. O discurso pornográfico. Tradução Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
MORAES, Eliane Robert. O corpo impossível. São Paulo: Iluminuras, 2010.
MORAES, Eliane Robert. A parte maldita brasileira: literatura. Excesso. Erotismo. São Paulo: Tinta da China Brasil, 2023.
PAZ, Octavio. Um mais além erótico: Sade. São Paulo: Mandarim, 1999.
SANTOS, Rick e GARCIA, Wilton (org.). A escrita de Adé: perspectivas teóricas dos estudos gays e lésbic@s no Brasil. São Paulo: Xamã, 2002.
VALENTIM, Jorge Vicente. Corpo no outro corpo: Homoerotismo na narrativa portuguesa contemporânea. São Paulo: EDUFSCAR, 2016.
TREVISAN, João Silvério. Devassos no Paraíso - A homossexualidade no Brasil, da colônia à atualidade. Rio de Janeiro, Record, 2000.
Carga Horária: 60 h
Créditos: 04
Ementa:
As poéticas clássicas e a construção da lírica: da antiguidade ao Romantismo.
Bibliografia:
BAUDELAIRE, Charles. As flores do mal. Trad. Ivan Junqueira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
BAUDELAIRE, Charles. O pintor da vida moderna. In: CHIAMPI, Irlemar (org.). Fundadores da modernidade. São Paulo: Ática, 1992, p.102-119.
BENJAMIN, Walter. Sobre alguns temas em Baudelaire. BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 1989. v. III: Charles Baudelaire – um lírico no auge do capitalismo, p.103-149.
BERARDINELLI, A. Da poesia à prosa. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
BORGES, Jorge Luis. O enigma da poesia. In: BORGES, Jorge Luis. Esse ofício do verso. São Paulo: Cia. das Letras, 2000, p.9-28.
BOSI, Alfredo. Imagem, discurso. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1977, p. 11-36.
BRANDÃO, Roberto de Oliveira. Três momentos da poética antiga. In: ARISTÓTELES,
HORÁCIO e LONGINO. A poética clássica. São Paulo: Cultrix / Edusp, 1981, p.1-16.
BUENO, Antônio S., MIRANDA, Wander M. Moderno, pós-moderno e a nova poesia brasileira. In: CASTRO, Silvio (org.). História da literatura brasileira. Lisboa: Alfa, 2000. Vol. 3, p.443-466.
CANDIDO, Antonio. O estudo analítico do poema. São Paulo: Humanitas FFLCH-USP, 1996.
CHKLOVSKI, Victor. A arte como procedimento. Teoria da literatura: formalistas russos. Trad. de Regina Zilberman et al. Porto Alegre: Globo, 1971, p. 39-56.
ELIOT, T. S. De poesia e poetas. São Paulo: Brasiliense, 1991.
ELLIOT. T.S. A essência da poesia.(introdução de Affonso Romano de Sant'Anna). Rio, Artenova, 1972.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1991
PAZ, Octavio. O arco e a lira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
GONÇALVES, Aguinaldo. Laokoon revisitado. São Paulo: Edusp, 1994.
GONÇALVES, Aguinaldo. Museu Movente: o signo da arte em Marcel Proust. São Paulo: Editora UNESP, 2003.
GONÇALVES, Aguinaldo. Transição & permanêcia: Miró/ João Cabral: da tela ao texto. São Paulo: Iluminuras, 1989.
HAMBURGER, M. A verdade da poesia. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
JAKOBSON, Roman. Linguística e poética. Linguística e comunicação. Trad. de Isidoro Blikstein e José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1969, p. 118- 162.
KAYSER, Wolfgang. O ritmo. Análise e interpretação da obra literária. Trad. de Paulo Quintela. 7. ed. Coimbra, Arménio Amado, 1985, p. 261-294.
PAZ, Octavio. O arco e a lira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
PAZ, Octavio. A tradição da ruptura. In: PAZ, Octavio. Os filhos do barro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p.17-35.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Pessoa Ninguém? In: PERRONE-MOISÉS, Leyla. Fernando Pessoa, aquém do eu, além do outro. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p.11-44.
POE, Edgar Allan. A filosofia da composição. In: POE, Edgar Allan. Ficção completa, poesia e ensaios. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986, p.911-920.
POUND, Ezra. A arte da poesia: ensaios escolhidos. Trad. Heloysa Dantas e José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix, 1991.
RIMBAUD, Arthur. Rimbaud livre. Trad. e Introdução de Augusto de Campos. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2009.
SISCAR, M. Poesia e crise. Campinas, SP: UNICAMP, 2010.
STAIGER, Emil. Estilo lírico: a recordação. Conceitos fundamentais da poética. Trad. de Celeste Aída Galeão. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975, p. 19-75.
TEZZA, Cristovão. A poesia segundo os poetas. In: TEZZA, Cristovão. Entre a prosa e a poesia: Bakhtin e o formalismo russo. Rio de Janeiro: Rocco, 2003, p.56-85.
TODOROV, Tzvetan et al. O discurso da poesia - Poétique no 28.Trad. Leocadia Reis e Carlos Reis.
TODOROV, Tzvetan et al. Teoria da literatura. Textos dos formalistas russos. Tradução de Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Editora UNESP, 2013.
TODOROV, Tzvetan et al. Estruturalismo e poética. São Paulo: Cultrix, 1970. VALÉRY, PAUL. Variedades. São Paulo: ILUMINURAS, 1999.
Carga Horária: 60 h
Créditos: 04
Ementa:
Estudo das poéticas da modernidade e da contemporaneidade em suas diferentes linhas. O lirismo moderno e o lirismo contemporâneo. Teoria e análise do poema.
Bibliografia:
BARTHES, Roland. Crítica e verdade. São Paulo: Perspectiva, 1982. (Crítica, v.24).
BAUDELAIRE, Charles. As flores do mal. Trad. Ivan Junqueira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
BAUDELAIRE, Charles. O pintor da vida moderna. In: CHIAMPI, Irlemar (org.). Fundadores da modernidade. São Paulo: Ática, 1992, p.102-119.
BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas (vol.III). São Paulo: Brasiliense, 2011.
BERARDINELLI, A. Da poesia à prosa. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
BONNICI, Thomas; ZOLIN, Lúcia Osana (org). Teoria Literária: abordagens históricas e tendências contemporâneas. 4.ed. ampl. e rev. Maringá: EDUEM, 2019
BORGES, Jorge Luis. O enigma da poesia. In: BORGES, Jorge Luis. Esse ofício do verso. São Paulo: Cia. das Letras, 2000, p.9-28.
BOSI, Alfredo. Imagem, discurso. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1977, p. 11-36.
BRANDÃO, Roberto de Oliveira. Três momentos da poética antiga. In: ARISTÓTELES,
HORÁCIO e LONGINO. A poética clássica. São Paulo: Cultrix / Edusp, 1981, p.1-16.
BUENO, Antônio S., MIRANDA, Wander M. Moderno, pós-moderno e a nova poesia brasileira. In: CASTRO, Silvio (org.). História da literatura brasileira. Lisboa: Alfa, 2000. Vol. 3, p.443-466.
CANDIDO, Antonio. O estudo analítico do poema. São Paulo: Humanitas FFLCH-USP, 1996.
CHKLOVSKI, Victor. A arte como procedimento. Teoria da literatura: formalistas russos. Trad. de Regina Zilberman et al. Porto Alegre: Globo, 1971, p. 39-56.
ELIOT, T. S. De poesia e poetas. São Paulo: Brasiliense, 1991.
ELLIOT. T.S. A essência da poesia.(introdução de Affonso Romano de Sant'Anna). Rio, Artenova, 1972.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1991.
PAZ, Octavio. O arco e a lira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
GONÇALVES, Aguinaldo. Laokoon revisitado. São Paulo: Edusp, 1994.
GONÇALVES, Aguinaldo. Museu Movente: o signo da arte em Marcel Proust. São Paulo: Editora UNESP, 2003.
GONÇALVES, Aguinaldo. Transição & permanêcia: Miró/ João Cabral: da tela ao texto. São Paulo: Iluminuras, 1989.
HAMBURGER, M. A verdade da poesia. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
JAKOBSON, Roman. Linguística e poética. Linguística e comunicação. Trad. de Isidoro Blikstein e José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1969, p. 118- 162.
KAYSER, Wolfgang. O ritmo. Análise e interpretação da obra literária. Trad. de Paulo Quintela. 7. ed. Coimbra, Arménio Amado, 1985, p. 261-294.
PAZ, Octavio. O arco e a lira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
PAZ, Octavio. A tradição da ruptura. In: PAZ, Octavio. Os filhos do barro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p.17-35.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Pessoa Ninguém? In: PERRONE-MOISÉS, Leyla. Fernando Pessoa, aquém do eu, além do outro. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p.11-44.
POE, Edgar Allan. A filosofia da composição. In: POE, Edgar Allan. Ficção completa, poesia e ensaios. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986, p.911-920.
POUND, Ezra. A arte da poesia: ensaios escolhidos. Trad. Heloysa Dantas e José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix, 1991.
RIMBAUD, Arthur. Rimbaud livre. Trad. e Introdução de Augusto de Campos. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2009.
SISCAR, M. Poesia e crise. Campinas, SP: UNICAMP, 2010.
STAIGER, Emil. Estilo lírico: a recordação. Conceitos fundamentais da poética. Trad. de Celeste Aída Galeão. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975, p. 19-75.
TEZZA, Cristovão. A poesia segundo os poetas. In: TEZZA, Cristovão. Entre a prosa e a poesia: Bakhtin e o formalismo russo. Rio de Janeiro: Rocco, 2003, p.56-85.
TODOROV, Tzvetan et al. O discurso da poesia - Poétique no 28.Trad. Leocadia Reis e Carlos Reis.
TODOROV, Tzvetan et al. Teoria da literatura. Textos dos formalistas russos. Tradução de Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Editora UNESP, 2013.
TODOROV, Tzvetan et al. Estruturalismo e poética. São Paulo: Cultrix, 1970. VALÉRY, PAUL. Variedades. São Paulo: ILUMINURAS, 1999.
Carga Horária: 60 h
Creditos: 04
Ementa:
A historiografia: um conflito metodológico: entre a história e o estético. O entre-lugar da História e da história literária. A constituição canônica. As Historiografias Nacionais e regionais.
Bibliografia:
AMORA, Antonio Soares. História da literatura brasileira. São Paulo: Saraiva, 1955.
BEZERRA de Freitas. História da Literatura Brasileira. Porto Alegre: Globo, 1939.
BLOOM, Harold. O cânone ocidental. Tradução de Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 1994.
CANDIDO. Antonio. Formação da Literatura Brasileira. São Paulo: Martins Fontes, 1959.
CARVALHO, Ronald. Pequena História da literatura brasileira. Rio: Briguiet, 1919.
CASTELO, José Aderaldo. A Literatura Brasileira. São Paulo: EDUSP, 2004.
COUTINHO, Afrânio. (Org.). A Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Editorial Sul-americana, 1956.
FRAISSE, LUC. (Direction). L’histoire littéraire à l’aube du XXIe siècle – controverses et consensus. Paris: Presses Universitaires de France,2005
FREYRE, Gilberto. Manifesto Regionalista. Recife: Editora região, 1952.
LACOMBE, Paul. Introduction à l’histoire littéraire. Paris: Hachette, 1898.
LIMA, Alceu Amoroso. Introdução à literatura brasileira. Rio: Agir, 1956.
LIMA, Alceu Amoroso. Quadro sintético da literatura brasileira. Rio: Agir, 1956.
MACEDO, Joaquim Manuel de. Lições de História do Brasil para os alunos do Imperial Colégio de Pedro II. Rio de Janeiro: Tipografia Imparcial. J. M. Nunes Garcia, 1863.
MACEDO, Joaquim Manuel de. Lições de História do Brasil. Rio de Janeiro: Domingos José Gomes Brandão, 1865.
MAGALHÃES, Hilda Gomes Dutra. História da Literatura de Mato Grosso. Cuiabá: Cathedral, 2001.
MOISAN, Clément: Qu’est-ce que l’histoire littéraire? Paris: P.U.F., 1987.
MARTINS, Wilson. História da inteligência brasileira. São Paulo: Cultrix, 1976, III v.
MARTINS, M. A evolução da literatura brasileira. Rio: s.e., 1945.
MATTOS, Selma Rinaldi de. O Brasil em lições. A História como disciplina escolar em Joaquim Manuel de Macedo. Rio de Janeiro: Access,2000.
MENDONÇA, Rubens. História da Literatura Mato-grossense. 2. ed. Cáceres: Editora da Unemat, 2004.
MERQUIOR, José G. De Anchieta a Euclides. Breve História da literatura brasileira. Rio: J. Opympio, 1977.
MURICI, Andrade. A nova literatura brasileira. Porto Alegre: Globo, 1936.
ROMERO, Silvio. História da literatura brasileira. Rio: Garnier, 1888.
RONCARI, Luís. Literatura Brasileira. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2002.
SERRA, Tania Rebelo Costa. Joaquim Manuel de Macedo ou os dois Macedos. A luneta mágica do II Reinado. Brasília: EdUnB, 2004.
SERRA, Tania Rebelo Costa. Memória cultural e a construção da identidade cultural brasileira. O cânone literário romântico oficial. Revista
Cerrados, da PG do TEL/UnB, Brasília, n. 8, ano 7, 1998, p. 45-54. Página 14/61 - 17/05/2013 18:34:11
SODRÉ, Nelson V. História da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultura Brasileira, 1938.
VERISSÏMO, José. História da literatura brasileira. Rio: Francisco Alves, 1916.
LEITURAS E CRÍTICA: DO POEMA MODERNO AO CONTEMPORÂNEO
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Creditos:4
Ementa:
Os caminhos do poema moderno nas literaturas de língua portuguesa: Tecer leitura, fundamentada em teoria e crítica atuais, de obras do Modernismo, das vanguardas poéticas até o contemporâneo.
Bibliografia:
ABDALA JR, Benjamin. De vôos e Ilhas- literatura e comunitarismos. SP, Ateliê Editorial, 2003.
ADORNO, Theodor W. “Conferência sobre lírica e sociedade”. In: Notas de Literatura I. São Paulo: Editora 34, 2003.
BARBOSA, João Alexandre. Alguma crítica. São Paulo: Ateliê, 2002.
BLOOM, Harold. A angústia da influência (Uma teoria da poesia). Rio de Janeiro: Imago, 2002.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, 1997.
CAMPOS, Haroldo de. Transblanco. Siciliano, 1994.
CAMPOS, Haroldo de. A arte no horizonte do provável. São Paulo: Perspectiva, 1969.
CAMPOS, Haroldo de, CAMPOS, Augusto & PIGNATARI, Décio. Teoria da poesia concreta. Cotia: Ateliê Editorial, 2006.
CARVALHO, Carlos Gomes de. A poesia em Mato Grosso. Um percurso histórico de dois séculos. Cuiabá: Verde Pantanal, 2003.c
CASA NOVA, Vera. Fricções: traço, olho e letra. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
CASTRO, E. M. de Melo e. Poética do ciborgue: antologia de texto sobre tecnopoiesis. Rio de Janeiro: Confraria do Vento,
CASTRO, E. M. de Melo e. O fim visual do século XX & outros textos críticos. Nadia Gotlib (org.). São Paulo: Edusp, 1993.
COSTA, Horácio: Mar abierto – ensayos de poesía brasileña, portuguesa e hispanoamericana. FCE, 1998.
FERNANDES, Annie Gisele & SILVEIRA, Francisco Maciel (org.). A literatura portuguesa: visões e revisões. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
HUTCHEON, Linda: Poética do pós-modernismo: história, teoria, ficção. Trad. Ricardo Cruz. Rio de Janeiro: Imago, 1991.
LEITE, Mário Cezar Silva. Literatura, vanguardas e identidades: nas brenhas do regionalismo. Cuiabá: Carlini & Caniato Editorial, Cathedral Publicações, 2015.
LIMA, Luis Costa. Lira e antilira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1974.
OLIVEIRA, Nelson de. Axis mundi: o jogo de forças na lírica portuguesa contemporânea. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
PAZ, Otávio. O arco e a lira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
PAZ, Octavio. Os filhos do barro: do romantismo à vanguarda. Tradução de Olga Savary. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
PINO, Wlademir Dias. Processo: linguagem e comunicação. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1973.
POUND, Ezra. ABC da Literatura. São Paulo: Cultrix, 1990.
SÁ, Álvaro de. Vanguarda: produto de comunicação. Petrópolis: Vozes, 1977.
SÁ, Álvaro de & MENDONÇA, Antônio Sérgio. Poesia de vanguarda no Brasil: de Oswald de Andrade ao Poema visual. Rio de Janeiro: Antares, 1983.
VALÉRY, Paul. Variedades. São Paulo: Iluminuras, 1999.
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Creditos: 4
Ementa:
Estudo da lírica nas literaturas de língua portuguesa: Crítica, Poetas e tendências.
Bibliografia:
ADORNO, Theodor W. “Conferência sobre lírica e sociedade”. In: Notas de Literatura I. São Paulo: Editora 34, 2003. Antologias de poesia da Casa dos Estudantes do Império 1951 -1963 (Angola, S. Tomé e Príncipe I Volume). A. Freudenthal; R. Magalhães; H. Pedro & C. Veiga Pereira (Org.). Lisboa: Edição Acei, 1994.
Antologias de poesia da Casa dos Estudantes do Império 1951 -1963 (Moçambique II Volume). A. Freudenthal; R. Magalhães; H. Pedro & C. Veiga Pereira (Org.). Lisboa: Edição Acei, 1994.
Antologia da Poesia Portuguesa Contemporânea: um panorama. Alberto da Costa e Silva & Alexei Bueno (Org.). Rio de Janeiro: Lacerda Ed., 1999.
ARISTÓTELES. Poética. São Paulo: Abril, 1981.
ARRIGUCCI, D. Humildade, paixão e morte: a poesia de Manuel Bandeira. São Paulo: Cia das Letras, 1990.
ARRIGUCCI, D. O cacto e as ruínas: a poesia entre outras artes. São Paulo: Duas Cidades, 1988.
BARBOSA, João Alexandre. Alguma crítica. São Paulo: Ateliê, 2002.
BARBOSA, J. A. A metáfora crítica. S.Paulo: Perspectiva, s/d.
BLOOM, Harold. A angústia da influência (Uma teoria da poesia). Rio de Janeiro: Imago, 2002.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, 1997.
CAMPOS, Haroldo de. Transblanco. Siciliano, 1994.
CAMPOS, Haroldo de. A arte no horizonte do provável. São Paulo: Perspectiva, 1969.
CAMPOS, Haroldo de. CAMPOS, Augusto & PIGNATARI, Décio. Teoria da poesia concreta. Cotia: Ateliê Editorial, 2006.
CARVALHO, Carlos Gomes de. A poesia em Mato Grosso. Um percurso histórico de dois séculos. Cuiabá: Verde Pantanal, 2003.c
CASA NOVA, Vera. Fricções: traço, olho e letra. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
CASTRO, E. M. de Melo e. Poética do ciborgue: antologia de texto sobre tecnopoiesis. Rio de Janeiro: Confraria do Vento,
CASTRO, E. M. de Melo e. O fim visual do século XX & outros textos críticos. Nadia Gotlib (org.). São Paulo: Edusp, 1993.
COSTA, Horácio: Mar abierto – ensayos de poesía brasileña, portuguesa e hispanoamericana. FCE, 1998.
FERNANDES, Annie Gisele & SILVEIRA, Francisco Maciel (org.). A literatura portuguesa: visões e revisões. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas cidades, 1991.
GULLAR, F. Vanguarda e subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Civ.Bras., 1969.
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Creditos: 04
Ementa:
Discussão sobre questões fundamentais da Literatura Comparada; Novas teorias comparatistas;Estudos comparados das obras literárias dospaíses de língua portuguesa.
Bibliografia:
ABDALA JR., Benjamin. Literatura, história e política. São Paulo: Ateliê, 2007.
BRUNEL, P. (Org.). Compêndio de literatura comparada. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004.
BRUNEL, P.; PICHOIS, C., & ROSSEAU, A.M. Que é literatura comparada? Trad. Célia Berretini. São Paulo: Editora Perspectiva, 1995.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade: Estudos de teoria e história literária. São Paulo: T. A. Queiróz, 2000.
CARVALHAL, Tânia Franco. Literatura Comparada. São Paulo: Ática. 1996.
CORNEJO POLAR, Antonio. O condor voa: Literatura e cultura latino-americanas. Trad. Ilke Valle de Carvallo. Belo Horizonte: UFMG, 2000.
COUTINHO, E. F. & CARVALHAL, T. F. (Orgs.). Literatura Comparada: Textos Fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
COUTINHO, Eduardo. Literatura comparada na América Latina. (Ensaios). Rio de Janeiro: Eduerj, 2003.
GUILLÉN, C. Entre lo uno y lo diverso. Introducción a la literatura comparada. Barcelona: Tusquets, 2005.
KAISER, G. R. Introdução à literatura comparada. Trad. Tereza Alegre. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1989.
LIMA, L.C. Teoria da literatura em suas fontes. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983.
MACHADO A. M. & PAGEAUX, D. H. Da Literatura Comparada à Teoria Literária. Lisboa: Edições 70, 1988.
MINER, Earl. Poética comparada.(Um ensaio intercultural sobre teorias da literatura). Trad. Angela Gasperin. Brasília: Editora da Universidade nde Brasília, 1996.
NITRINI, Sandra. Literatura comparada (história, teoria e crítica). São Paulo: Edusp, 2000
PRAZ, Mario. Literatura e artes visuais. São Paulo, Cultrix, 1973. SANTILLI, M. A; Flory, S.F.V (Orgs.). Literaturas de Língua Portuguesa: marcos e marcas. São Paulo: Arte & Ciência, 2007. (5 volumes).
SILVA, Agnaldo Rodrigues (org.). Diálogos literários – literatura, comparativismo e ensino. Cotia/SP: Ateliê, 2008.
SOURIAU, Etienne: A correspondência das artes. São Paulo: Cultrix, 1983.
WEISSTEIN, Ulrich. Comparative Literature and Literary Theory. London: Indiana Press, 1973.
WELLEK, R. & WARREN, A. Teoria da literatura e metodologia dos estudos literários. Trad. Luís Carlos Borges. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Carga Horária: 60 h
Creditos: 04
Ementa:
Concepções de literatura e ensino. Conceitos fundamentais, finalidades estéticas e perspectivas contemporâneas da leitura literária. A formação do leitor do texto literário. A literatura e os mediadores de leitura: práticas pedagógicas. Relações entre leitor, texto e produção de sentido.
Bibliografia:
AGUIAR, Vera Teixeira de; BORDINI, Maria da Glória. A literatura e a formação do leitor: alternativas metodológicas. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988.
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. 7 ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
BORDINI, M. da G., AGUIAR, V. T. Literatura - a formação do leitor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988.
CANDIDO, Antônio. O discurso e a cidade. In: O discurso e a cidade. São Paulo: Duas Cidades, 1993. p.19-152.
CANDIDO, Antônio. A literatura e a formação do homem. Ciência e Cultura. São Paulo, 24 (9): 803-809, set, 1972.
CANDIDO, Antônio. Literatura e Sociedade. Estudos de Teoria e História Literária. 12. ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2011.
CANDIDO, Antônio. O direito à literatura. In: CANDIDO, Antonio. Vários escritos. 4. ed. São Paulo: Duas cidades; Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2004. p. 169-191.
CECCANTINI, João Luis; PEREIRA, Rony Farto (orgs). Narrativas juvenis: outros modos de ler. São Paulo: Editora Unesp; Assis/SP: ANEP, 2008.
CERDEIRA, Teresa Cristina. A literatura se ensina? In: Revista Scripta. Programa de PósGraduação em Letras e do Centro de Estudos Luso-afro-brasileiros da PUC Minas, Belo Horizonte, volume 7, nº 14, p.240-250, 1º semestre de 2004.
CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Editora da Unesp – Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: 1999.
ECO, Umberto. A Estrutura Ausente: Introdução à pesquisa semiológica 7. ed. São Paulo: Perspectiva, 2013.
ECO, Umberto. Obra Aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas. 9. ed. São Paulo: Perspectiva, 2013.
FARIA, Maria Alice (org.) et alii. Narrativas juvenis: modos de ler. São Paulo: Arte & Ciência, 1997.
FLORY, Suely Fadul Villibor. O Leitor e o Labirinto. São Paulo: Arte & Ciência, 1997, v.20.
ISER, Wolfgang. O ato de leitura I: uma teoria do efeito estético. Trad. Johannes Ktretschmer. São Paulo: Ed. 34, 1996.
ISER, Wolfgang. O ato de leitura II: uma teoria do efeito estético. Trad. Johannes Ktretschmer. São Paulo: Ed. 34, 1996.
JAUSS, Hans Robert. A história da literatura como provocação à teoria literária. Tradução de Sérgio Tellaroli. São Paulo: Ática, 1994.
JAUSS, Hans Robert. et al. A literatura e o leitor: textos de estética da recepção. Tradução e Organização de Luiz Costa Lima. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz & Terra S/A, 2002.
JOUVE, Vincent. Por que estudar literatura?. São Paulo: Parábola, 2012.
LAJOLO Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 2008.
LAJOLO, Marisa. Usos e Abusos da Literatura na Escola. Olavo Bilac e a Educação na República Velha. Globo. RJ/Porto Alegre, 1982.
MAGNANI, M. R. M. Leitura, Literatura e Escola: sobre a formação do gosto. São Paulo: Martins Fontes, 1989. (Texto e Linguagem).
MAGNANI, M. R. M. Em Sobressaltos: formação de professora. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1993.
MAGNANI, M. R. M. Entre a literatura e o ensino - A formação do leitor. São Paulo: Ed. Unesp, 2018.
MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Ática, 1992. (Série Princípios).
PERROTTI, Edmir. Confinamento cultural, Infância e Leitura. São Paulo: Summus Editorial, 1990.
RAZZINI, Márcia de Paula G. O espelho da nação: a antologia nacional e o ensino de português e literatura (1838-1971). Tese de Doutorado, Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de Campinas, 2000.
ROCCO, Maria Thereza F. Literatura/ensino: uma problemática. São Paulo: Ática, 1981.
TURCHI, M. Z.; SILVA, V. M. T (Org.). Leitor formado, leitor em formação – leitura literária em questão. São Paulo: Cultura Acadêmica; Assis: ANEP, 2006.
ZILBERMAN, Regina (org.). Leitura em crise na escola. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982.
ZILBERMAN, Regina e LAJOLO, Marisa. A leitura rarefeita: livro e leitura no Brasil. São Paulo: Editora Brasiliense, 1991.
ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 2003.
ZILBERMAN, Regina. Estética da Recepção e História da Literatura. São Paulo: Ática, 1989.
Carga Horária: 60 h
Créditos: 04
Ementa:
A partir do estudo das principais teorias associadas à memória individual, coletiva e cultural, a disciplina objetiva o estudo da memória como tema e como procedimento estilístico-formal em textos representativos da literatura latino-americana contemporânea. As narrativas e relatos históricos, memoriais, familiares, as sagas e demais textos fundados no ato de rememoração criam um lugar de enunciação desconstrutor, relativizando os processos históricos tradicionais e abrindo passo para novas perspectivas em relação ao passado ao qual se deseja filiar. Assim sendo, buscaremos identificar, em narrativas latino-americanas contemporâneas, a construção de memórias sob uma perspectiva descolonial, simultaneamente individual e coletiva, analisando as possibilidades de diálogo entre os textos, os trânsitos de sujeitos, memórias, imagens e formas de representação.
Bibliografia:
ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Trad. Paulo Soethe. Campinas: Editora da Unicamp, 2011.
BERND, Zilá (org). Dicionário das mobilidades culturais: percursos americanos. Porto Alegre: Literalis, 2010.
BERND, Zilá. Por uma estética dos vestígios memoriais: releitura da literatura contemporânea das Américas a partir dos rastros. Belo Horizonte: Fino Traço, 2013.
CANDAU, Joel. Memória e identidade. Tradução: Maria L. Ferreira. São Paulo: Contexto, 2012.
GAGNEBIN, Jeanne Marie. Lembrar, escrever, esquecer. São Paulo: Ed. 34, 2006.
GONDAR, Jô; DODEBEI, Vera, (orgs.) O que é memória social. RJ: Ed. Contracapa, 2006.
HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. Trad. de Beatriz Sidou. São Paulo: Centauro, 2006.
LE GOFF, Jacques. História e memória. Trad. Irene Ferreira et al. 5.ed. Campinas: Ed. Unicamp: 2003.
MIGNOLO, Walter. Habitar la frontera. Sentir y pensar la descolonialidad. Barcelona: CIDOB y UACI, 2015.
NORA, Pierre. Entre memória e história. A problemática dos lugares. Trad. Yara A. Khoury. São Paulo: Projeto História, n 10, dez 1993. p. 07-28.
RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Trad. Alain François et al. Campinas: Ed. Unicamp: 2007.
SELIGMANN-SILVA, Márcio. História, memória, literatura: O testemunho na era das catástrofes. Campinas, São Paulo: Editora da Unicamp, 2003.
SPIVAK, Gayatri C. Pode o subalterno falar? Trad. Sandra R. G. Almeida et al. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010.
TRIGO, Abril. Fronteras de la epistemologia. Epistemología de la frontera. In: Papeles de Montevideo. n. 1, jun-1997.
ALMEIDA, Sandra Regina Goulart. Cartografias contemporâneas: espaço, corpo, escrita. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2015.
FIGUEIREDO, Euridice. Conceitos de literatura e cultura. Juiz de Fora: Editora UFJF/Niterói: EdUFF, 2005.
GARCÍA CANCLINI, Néstor. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. Trad. Heloisa Pezza Cintrão e Ana Lessa. São Paulo: Ed. Universidade de São Paulo, 2003.
HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Trad. Adelaine La Guardia Resende. Belo Horizonte: Ed. UFMG; Brasília: Repres. Unesco no Brasil, 2003.
LOJO, María Rosa. Fronteiras, finisterras e corredores. Do clichê ideológico à polissemia simbólica. In Pinto, A. J. A, MACHADO, M. VILAVA, W. (Orgs.). Nas dobras do mundo a literatura acontece. São Paulo: Arte e Ciência, 2011.
LOJO, María Rosa. Genealogías femeninas en la tradición literaria. Entre la excepcionalidad y la representatividad. Alba de América. Vol. 25, n. 47-48, 2006.
PESAVENTO, Sandra Jatahy. Sensibilidades no tempo, tempo de sensibilidades. Nuevo
Mundo Mundos Nuevos: I Journée d´Histoire des sensibilités, 02/2005. Disponível em: https://nuevomundo.revues.org/229.
SARLO, Beatriz. Tiempo pasado. Cultura de la memoria y giro subjetivo. Buenos Aires: Siglo XXI, 2005.
TROUCHE, André Luis Gonçalves. América: história e ficção. Niterói: EdUFF, 2006.
TÓPICOS EM LITERATURA E SOCIEDADE
Carga Horária: 60 h
Creditos: 04
Ementa:
Relação entre texto literário e fatores socioculturais que intervêm em sua produção e recepção; leitura e análise do texto literário em perspectiva sociológica e estética.
Bibliografia:
ADORNO, Theodor. Notas de Literatura. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,1991
BAKHTIN, Mikhail. Questões de Literatura e de Estética. A teoria do romance. São Paulo: Editora UNESP/Hucitec, 2010.
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1985
BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar - a aventura da modernidade. São Paulo: Cia. das Letras, 1992.
CALVINO, Italo. Assunto encerrado: discursos sobre literatura e sociedade. São Paulo: Cia. das Letras, 2009
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. São Paulo: Publifolha, 2000
COSTA LIMA, Luiz. Mimesis e modernidade. Rio de Janeiro: Graal editora, 2003.
COSTA LIMA, Luiz. Sociedade e discurso ficcional. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1986
COSTA LIMA, Luiz. “A Análise Sociológica” in: Teoria da Literatura em suas fontes. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975.
EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
HAUSER, Arnold. História Social da Arte e da Literatura. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
RANCIÈRE, Jacques. A partilha do sensível: estética e política. São Paulo: Ed. 34, 2009.
TRILLING, Lionel. A imaginação liberal: ensaios sobre a relação entre Literatura e Sociedade. São Paulo: É Realizações, 2015.
TRILLING, Lionel. Literatura e Sociedade. Lidador, 1965
TURCHETTA, Gianni. Critica. Letteratura e Società. Roma: Carocci ed., 2003.
WILLIAMS, Raymond. Cultura e sociedade; de Coleridge a Orwell. Trad. Vera Joscelyne. Petrópolis: Ed. Vozes, 2011
LITERATURA, IMPRENSA E VIDA SOCIAL
Carga Horária:60 h
Creditos: 4
Ementa:
O curso visa examinar relações que se estabelecem entre imprensa periódica e literatura no Brasil, em Portugal e nos países africanos de língua Portuguesa nos séculos XIX e XX, tendo em vista considerar o diálogo cultural viabilizado pela crescente publicação de jornais e revistas, a divulgação de novos autores que neles se registra, bem como a ampliação do público leitor no mundo de língua portuguesa. Explorando a interface literatura, jornalismo, História e vida social, a disciplina procura ainda focalizar especificidades de textos jornalísticos e suas relações com produções ficcionais.
Bibliografia:
ASSIS, Machado de. Balas de estalo. Helena Paiva de Luca (org.). São Paulo, Anablume, 1998.
ASSIS, Machado de. Bons Dias. John Gledson (org.) Campinas. Editora da Unicamp, 2008.
BATTISTA, Elisabeth. Entre a literatura e a imprensa: percursos de Maria Archer no Brasil. Tese de Doutorado, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. 2007.
BATTISTA, Elisabeth. Entre impressões e opiniões: Apontamentos sobre Machado Cronista e a imprensa periódica no Brasil. Revista ECOS. Literaturas e Linguísticas. SILVA, A, R, (org). CáceresMT : Editora Unemat, 2011. P. 33-40. 265 p. Ano 8, n. 10. ISSN: 1806-0331. http://www.unemat.br/revistas/ecos/
BARBOSA, Marialva. História Cultural da imprensa. Rio de Janeiro, 2007.
BARBOSA, arialva. Os donos do Rio. Imprensa, poder e público (1880-1920). Rio de Janeiro, 2000.
BITTENCOURT, Marcelo. Dos Jornais às armas (Trajetória da contestação angolana). Lisboa: Veja, 1999.
BOSI, Alfredo et alli. Textos de Machado de Assis. Coleção Escritores Brasileiros São Paulo, Ática, 1982.
CANDIDO, Antonio. “A vida ao rés-do-chão”. In. A crônica: o gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil. Campinas/Rio de Janeiro: Editora da Unicamp/Fundação Casa de Rui Barbosa, 1992.
CHALOUB, Sidney. Histórias em cousas miúdas. Campinas, SP, 2005.
Eça & Machado. Conferência e textos das mesas redondas do Simpósio Eça e Machado. São Paulo,
EDUC, 2005, 302 p.
CHAPARRO, Manoel Carlos. Sotaques d’aquém e d’além mar: Travessias para uma nova teoria de gêneros jornalísticos. São Paulo: Summos Editorial, 2008. [Edição revista e aumentada].
CHAVES, Rita. A formação do romance angolano. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1999.
CHAVES, Rita; MACEDO, Tania & VECCHIA, Rejane (org) A Kinda e a Missanga. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2007.
COUTINHO, Afrânio. “Ensaio e crônica”. In. A literatura no Brasil. São Paulo: Global, v.6, 2003.
FARO, Arnaldo. Eça e o Brasil. Pref. Miécio Tati. São Paulo: Editora Nacional/Editora da USP, 1977.
FRANÇA, Vera Veiga. Jornalismo e vida social: a história amena de um jornal mineiro. Belo Horizonte, UFMG, 1998.
GUINDIN, Maria Ligia. GRANJA. Lucia. RICIERI, Francine Weiss. (Orgs.). Machado de Assis – Ensaios da crítica contemporânea. São Paulo, Editora UNESP, 2008.
GUIMARÃES, Hélio Seixas. Os leitores de Machado de Assis. Edusp, 2004.
GLEDSON, John. Machado de Assis Impostura e realismo. São Paulo, Companhia das Letras, 1991.
GLEDSON, John. Por um novo Machado de Assis – ensaios. Companhia das Letras, 2006.
LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999b.
LUCA, Heloísa Helena Paiva de. Machado de Assis. Balas de Estalo de Machado de Assis. São Paulo, Annablume, 1988.
MEYER, Marlise. Folhetim: uma história. São Paulo: Companhia das letras, 1996.
MARTINS, Ana Luiza & LUCA, Tânia Regina. História da Imprensa no Brasil. São Paulo, Contexto, 2008, p. 23-43.
MINÉ, Elza Assumpção. O Novo Mundo – 1870-1879. Da Enunciação da Proposta às suas revisitações. Tese de Livre Docência apresentada ao Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da FFLCH, da Universidade de São Paulo, 1991.
MINÉ, Elza Assumpção. Páginas flutuantes. Eça de Queirós e o jornalismo no séc. XIX. Cotia: Ateliê, 2000.
NUNES, Maria Aparecida. Clarice Jornalista: Páginas femininas & outras páginas. São Paulo, Editora do Senac, 2006.
PAULINO, Graça et alli. Tipos de textos, modos de leitura. Belo Horizonte, Formato Editorial, 2001.
QUEIRÓS, Eça. Textos de imprensa IV (Da Gazeta de Notícias). Ed. Crítica Elza Miné e Neuma Cavalcanti. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 2002.
REBELO José. O Discurso do Jornal: O Como e o Porquê. Lisboa, Notícias Editorial, 2000.
REIS, Carlos. O conhecimento da Literatura. 2 ed., Almedina, 1997. (133)
ROSENBAUM, Yudith. “A ética na literatura: leitura de “Mineirinho”, de Clarice Lispector”. In. Estudos Avançados. São Paulo: v.24, n° 69, 2010.
SODRÉ. Nelson Werneck. A história da imprensa no Brasil. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1966.
TENGARRINHA, José. História da Imprensa periódica portuguesa. 2. Ed. Lisboa: Caminho, 1989.
Vários. A Crônica. O Gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil. Campinas: Editora da Unicamp, 1992.
LITERATURA INFANTIL/JUVENIL: HISTÓRIA, FORMAS E PERSPECTIVAS
Carga Horária:60 h
Creditos:4
Ementa:
Gênese, formas, transformações e tendências da literatura para crianças e jovens no Brasil e em outras culturas de língua portuguesa; reflexões de natureza teórica e crítica, seus diferentes gêneros e suportes; literatura e ensino.
Bibliografia:
AGUIAR, Vera Teixeira de & MARTHA, Alice Aurea Penteado (Org.). Conto e reconto: das fontes à invenção. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012.
ARIÉS, Philippe. História social da criança e da família. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1986.
ARROYO, Leonardo. Literatura Infantil Brasileira. São Paulo, Editora UNESP, 2011.
BORDINI, Maria da Glória. Poesia Infantil. São Paulo: Ática, 1986.
CAMARGO, Luís. A ilustração do livro infantil. Belo Horizonte: Editora Lê, 1995.
CÂNDIDO, Antonio. Estudo analítico do poema. São Paulo: Associação Editorial Humanitas, 2004.
CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Editora da Unesp – Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: 1999.
COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da literatura infantil e juvenil. São Paulo: Amarilys, 2010.
COELHO, Nelly Novaes. Dicionário Crítico da Literatura Infantil Brasileira. São Paulo: Edusp, 1995.
COELHO, Nelly Novaes. A Literatura Infantil. São Paulo: Moderna, 2000.
COELHO, Nelly Novaes. O conto de fadas: símbolos, mitos, arquétipos. São Paulo: DCL, 2003.
FIGUEIREDO, Eurídice. Conceitos de literatura e cultura. Juiz de Fora: UFJF, 2005.
FISCHER, Steven Roger. História da leitura. São Paulo: Editora Unesp, 2006.
FREITAS, Marcos Cezar (Org) História Social da Infância no Brasil. São Paulo: Cortez, 2006.
GADOTTI, Moacir. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2008.
GREGORIN FILHO, José Nicolau. Literatura Infantil: múltiplas linguagens na formação de leitores. São Paulo: Melhoramentos, 2009.
GREGORIN FILHO, José Nicolau. Literatura Juvenil: adolescência, cultura e formação de leitores. São Paulo: Melhoramentos, 2011.
HUNT, Peter. Crítica, teoria e literatura infantil. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
LAJOLO Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 2008.
LAJOLO, Marisa e CECCANTINI, João Luís (Orgs.) Monteiro Lobato, livro a livro: Obra infantil. São Paulo: Editora da Unesp, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: 2008.
LAJOLO, Marisa. e ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira. São Paulo: Ática, 1984.
LAJOLO, Marisa. e ZILBERMAN, Regina. A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 2009.
LAJOLO, Marisa. e ZILBERMAN, Regina. A leitura rarefeita: livro e literatura no Brasil. São Paulo: Editora Brasiliense, 1991.
PERROTTI, Edmir. Confinamento cultural, Infância e Leitura. São Paulo: Summus Editorial, 1990.
ROCCO, Maria Tereza Fraga. Crise na linguagem. São Paulo: Mestre Jou, 1981.
SORIANO, Marc. Guide de la Literature pour la Jeunesse. Paris : Flamarion, 1975.
SOUZA, Ângela Leite de. Contos de fada: Grimm e a literatura oral no Brasil. Belo Horizonte: Editora Lê, 1999.
YUNES, Eliana e PONDÉ, M. da Glória. Leitura e leituras da literatura infantil. São Paulo: FTD, 1988.
ZILBERMAN, Regina e LAJOLO, Marisa. A leitura rarefeita: livro e leitura no Brasil. São Paulo: Editora Brasiliense, 1991.
ZILBERMAN, Regina (org.). Leitura em crise na escola. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982.
ZILBERMAN, Regina . A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 2003.
LITERATURA, REGIONALISMOS E IDENTIDADES CULTURAIS
Carga Horária: 60 h
Creditos: 4
Ementa: A historiografia na perspectiva da pesquisa literária dos textos em suas manifestações regionais. Concepções do regional e do nacional que fundamentam a historiografia literária. O local e o global na constituição das identidades plurais.
Bibliografia:
ABDALA Jr, Benjamin (Org.). Margens da cultura: Mestiçagem, hibridismo e outras misturas. São Paulo: Boitempo, 2004.
ALBUQUERQUE Jr, Durval Muniz. Preconceito contra a origem geográfica e de lugar: as fronteiras da discórdia. São Paulo: Cortez, 2007.
ANDERSON, Benedict. Nação e consciência nacional. São Paulo: Ática, 1989.
ANDRADE, Mário de. Aspectos da Literatura Brasileira. São Paulo: Martins, 1974.
BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
BOSI, Alfredo. Dialética da Colonização. São Paulo: Cia das Letras, 1992.
BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Cia das Letras, 2002.
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira: São Paulo: Cultrix, 2009.
CANCLINI, Néstor G. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. 4 ed. Trad. Ana Regina Lessa e Heloisa P. Cintrão. São Paulo: Edusp, 2003.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira. Belo Horizonte/Rio de Janeiro: Itatiaia, 1997.
DA MATTA, Roberto. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Sala, 1984
FREYRE, Gilberto. Casa-grande e Senzala. 28.ed. Rio de Janeiro: Record, 1992.
GOMES, Renato Cordeiro. Cosmopolitismos, nacionalismos, lugares e não-lugares na cultura contemporânea. In: Geografias literárias e culturais: espaços/temporalidades. Org. Lea Masina, Gilda N. Bitencourt, Rita T. Schmidt. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004.
HEIDRUN, Olinto Krieger e SCHOLLHAMMER, Karl Erik (Orgs.) Literatura e Mídia. São Paulo: Loyola, 2002.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia. Das Letras, 1997.
JAGUARIBE, Beatriz. O Choque do Real: estética, mídia e cultura. Rio de janeiro: Rocco, 2007.
MAGALHÃES, Hilda Gomes Dutra. História da Literatura de Mato Grosso: Século XX. Cuiabá: Unicen Publicações, 2001.
MENDONÇA, Rubens de Mendonça. História da Literatura mato-grossense. 2. Cáceres: Editora da Universidade do Estado de Mato Grosso, 2008.
MOREIRA, Dante. O caráter nacional brasileiro: história de uma ideologia. 4. Ed. Definitiva com introdução de Alfredo Bosi.São Paulo: Pioneira, 1983.
PEREIRA, Lucia Miguel. História da literatura brasileira: prosa de ficção de 1870 a 1920. Belo Horizonte: Itatiaia/São Paulo: Edusp, 1988.
RAMA, Angel. Literatura, Cultura e Sociedade na América Latina. Belo Horizonte, Ed. UFMG, 2008.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
RIBEIRO, Darcy. O processo civilizatório. Etapas da evolução sociocultural. São Paulo: Cia das Letras, 2001.
SAID, Edward. Representações do intelectual: as conferências Reith de 1993. São Paulo: Cia das Letras, 2005.
SANTIAGO, Silviano. O cosmopolitismo do pobre. Belo Horizonte, MG: Editora da UFMG, 2008.
SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos: ensaios sobre dependência cultural. São Paulo: Perspectiva, 1980.
SCHØLLHAMMER, Karl Erik. Ficção brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
SCHWARTZ, Roberto. Ao vencedor as batatas. São Paulo: Duas Cidades, 1977.
WEBER, João Hernesto. A nação e o paraíso na construção da nacionalidade na historiografia literária brasileira. Florianópolis, SC: Editora da UFSC, 1997.
ZILBERMAN, Regina e MOREIRA, Maria Eunice. O berço do cânone. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1998.
LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
Carga Horária:60 h
Creditos: 4
Ementa:
Estudo das relações entre sociedade e política nas literaturas africanas de Língua Portuguesa. Discussão de temas e tópicos destas literaturas.Contexto de surgimento e formação dos sistemas literários e interfaces com outras literaturas.
Bibliografia:
ABDALA JR., Benjamin. Literatura, história e política. São Paulo: Ateliê, 2007.
ANDRADE, Mário de. Antologia temática da poesia africana. V.1 e 2. Lisboa: Sá da Costa, 1975.
BASTIDE, Roger. Estudos afro-brasileiros. São Paulo: Perspectiva,1973.
BOSI, Alfredo. Dialéctica da colonização. São Paulo:, Companhia das Letras,1992.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade: estudos de teoria e historia literária. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2007.
CHABAL, Patrick. Vozes moçambicanas. Lisboa: Vega, 1994.
CHAVES, Rita. A formação do romance angolano. Maputo/São Paulo: FBLP / Via Atlântica, 1999.
ERVEDOSA, Carlos. Roteiro da literatura angolana. 3ed.Luanda: UEA,1979.
FERREIRA, Manuel. Literaturas Africanas de expressão portuguesa. Lisboa: Instituto de Cultura Portuguesa, 1977.
LABAN, Michel. Angola - Encontro com escritores. Porto: Fundação Engenheiro António de Almeida,1991. (vol. Angola, Cabo Verde e Mocambique)
KANE, K. Mohamadou. Romain africain et tradition. Dakar: Les nouvelles éditions africaines, 1982.
ILIFFE, John. Os africanos: história dum continente. Trad. Maria Filomena Duarte. Lisboa: Terramar, 1994.
MACÊDO, Tania. Angola e Brasil: estudos comparados. São Paulo: Arte & Ciência / Via Atlântica, 2002.
MAQUEA, Vera. A escrita nômade do presente: literaturas de língua portuguesa. São Paulo: Arte e Ciencia, 2010.
MEMMI, Alberto. Retrato do colonizado precedido pelo retrato do colonizador. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
NOA, Francisco. Império, mito e miopia: a invenção de Moçambique. Lisboa: Caminho, 2002.
PADILHA, Laura. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XIX. Niterói: EDUFF,1995.
RIAUSOVA, Helena. Dez anos de literatura angolana. Luanda: UEA, 1989.
SANTILLI, Maria Aparecida. Africanidades. São Paulo: Ática, 1985.
LITERATURAS E CULTURAS IBERO-AFRO-AMERICANAS
Carga Horária: 60 h
Creditos: 4
Ementa:
Textos fundamentais da critica e da teoria relacionados aos estudos das literaturas contemporâneas dos países de língua portuguesa. Autores,períodos e tendências nas relações com outras séries culturais.
Bibliografia:
ABDALA JUNIOR, Benjamin. De vôos e ilhas: Literatura e Comunitarismos. São Paulo: Ateliê, 2003.
ABDALA JUNIOR, Benjamin. Literatura, História e Política: Literaturas de língua portuguesa no século XX. SP: Ateliê, 2007.
ADORNO, T. W. Teoria estética. Madrid, Taurus, 1971.
BASTIDE, R. Estudos afro-brasileiros. São Paulo, Perspectiva, 1973.
BENJAMIN, W. Obras escolhidas. V. 1. Magia e técnica, arte e política. Ensaios sobre literatura e história da cultura. 2. ed. São Paulo, Brasiliense, 1986. V. 2. Rua de mão única. São Paulo, Brasiliense, 1987.
BERND, Z. Negritude e literatura na América Latina. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1987.
BOSI, A. Dialética da colonização. São Paulo, Companhia das Letras, 1992.
CANDIDO, A. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo, Ática, 1987.
CANDIDO, A. Formação da literatura brasileira; momentos decisivos. São Paulo, Martins, 1959.
FANON, F. Os condenados da terra. 2. ed. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1979.
FREYRE, G. Casa grande & senzala. Rio de Janeiro, José Olympio, 1961.
GLISSANT, E. Le discours antillais. Paris, Seuil, 1981.
GUILLÉN, C. Entre lo uno y lo diverso. Introducción a la literatura comparada. Barcelona, Editorial Crítica, 1985.
JAUSS, H. R. Pour une esthétique de la récepcion. Paris, Gallimard, 1978.
MEMMI, A. Retrato do colonizado precedido pelo retrato do colonizador. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1977.
SANTILLI, M. A. Africanidade. São Paulo, Ática, 1985.
SAID, E. W. Culture and imperialism. New York, A. A. Knopf, 1994.
SANTOS, B. S. Pela mão de Alice. 2. ed. São Paulo, Cortez Ed., 1996.
O ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Carga Horária:60 h
Creditos:4
Ementa:
Tendências do Romance na contemporaneidade. Diálogos e interfaces com eventos estéticos e políticos atuais, com diversas tradições e vanguardas culturais, com a cultura de massa e com as redes sociais. Fundamentos teóricos e críticos. Estudo de obras e romancistas contemporâneos.
Bibliografia:
ABDALA JR., Benjamin. Literatura, História e Política. São Paulo: Ateliê, 2000.
ADORNO, Theodor W. Teoria estética. Tradução de Artur Morão. Lisboa: edições 70, 1970.
ADORNO, Theodor W. Posição do narrador no romance contemporâneo. In: ___. Notas de literatura I. São Paulo: Editora 34, 2003.
AGUIAR E SILVA, V. M. Teoria da Literatura. Coimbra: Almedina,1974.
AUERBACH, Erich. Mimesis. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2002.
AVELAR, Idelber. Alegorias de derrota: a ficção pós-ditatorial do trabalho do luto na América Latina. B. Horizonte, UFMG, 2003.
BAKHTIN, M. Questões de literatura e de estética. São Paulo: Hucitec/USP, 1988
BOURNEUF, R. E OUELET, R. O universo do romance. Coimbra: Almedina. 1976.
CANDIDO, A. A timidez do romance. In: ___. Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul. São Paulo: Duas Cidades, 2004.
CANDIDO, A. O patriarca. In: CANDIDO, A. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1989.
DALCASTAGNÈ, Regina. Literatura brasileira contemporânea: um território contestado. Vinhedo: Horizonte, 2012.
ECO, Umberto. Seis passeios pelos bosques da ficção. São Paulo, Ed. Schwarcs Ltda. 2003.
FEHER, F. O romance está morrendo? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972.
FERNANDES, Ronaldo Costa. O narrador contemporâneo. Rio de Janeiro, Sete Letras, 1996.
HUTCHEON, Linda. Poética do pós-modernismo. Rio de Janeiro, Imago, 1991.
JAMES, Henry – A Arte do Romance. Org. Marcelo Pen. São Paulo, Globo, 2003.
LUKÁCS, G. Teoria do romance: um ensaio histórico-filosófico sobre as formas da grande épica. Trad. José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Duas Cidades: Editora 34, 2000. (Coleção Espírito Crítico).
MACHADO, C. E. J. As formas e a vida. São Paulo: Editora Unesp, 2004.
MORETTI, Franco (org.) A cultura do romance. S. Paulo: Cosac Naify, 2009.
MOTTA, S V. O engenho da narrativa e sua árvore genealógica. São Paulo: Editora UNESP, 2006.
PAZ, Octavio. Ambiguidade do romance. In: PAZ, Octavio. O arco e a lira. Trad. Ari Roitman e Paulina Wacht. São Paulo: Cosac Naify, 2012. p. 225-237.
PELLEGRINI, Tânia. A imagem e a letra.: aspectos da ficção brasileira contemporânea. CampinasSP, Mercado das letras, 1999.
POUILLON, Jean. O tempo no romance. São Paulo:Cultrix, EDUSP, 1974.
ROBERT, Marthe – Romance de origens, origens do romance. S. Paulo: Cosac Naify, 2010.
ROTH, P. O animal agonizante. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
SILVA, A. A. da. Da teoria do romance ao romance histórico: a questão dos gêneros em G. Lukács. Rapsódia, São Paulo, v.01, p. 29-53, 2001.
SILVA, A. A. da. O símbolo esvaziado: a teoria do romance do jovem György Lukács. Transformação, Marília, v.29, n. 1, p. 79-94, 2006.
SILVERMAN, Malcolm. Protesto: o novo romance brasileiro. Rio de Janeiro, Civ. Brasileira, 2000.
SCHOLHAMMER, Karl Eric. Ficção brasileira contemporânea. São Paulo: Civilização Brasileira, 2009.
WATT, I. A ascensão do romance: estudos sobre Defoe, Richardson e Fielding. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
Carga Horária: 60
Créditos: 4
Ementa:
História do teatro e do cinema. Sociedade e política na representação teatral e cinematográfica. Panorama do Teatro e cinema nos países de língua portuguesa e américa latina: teatro e cinema nos séculos XX e XXI. Discussão sobre a relação teatro, cinema e literatura, a partir da investigação de produções que levem em consideração questões multiculturais e de fronteiras geográficas e identitárias.
Bibliografia:
ANDREW, J. Dudley. As principais teorias do cinema – uma introdução. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
ARTAUD, Antonin. O teatro e seu duplo. Trad. de Teixeira Coelho. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
BERTHOLD, Margot. História Mundial do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2010.
BETTON, Gerad. Estética do cinema. São Paulo: Martins Fontes, 1987
BOAL, Augusto. Teatro do Oprimido: e outras poéticas políticas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.
CARLSON, Marvin. Teorias do Teatro. Tradução de Gilson César Cardoso de Souza. São Paulo: Editora UNESP, 1997.
CASSIRER, Ernst. Ensaio Sobre o Homem: introdução a uma filosofia da cultura humana. Trad. de Tomás Rosa Bueno. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Tradução de Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1990.
FEATHERSTONE, Mike. Cultura de consumo e pós-modernismo. São Paulo: Studio Nobel, 1995.
FERRO, MARC. Cinema e História. Tradução de Flavia Nascimento. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
FORTES, Luiz Roberto Salinas. Paradoxo do Espetáculo: Política e Poética em Rousseau. São Paulo: Discurso Editorial, 1997.
GARCÍA CANCLINI, Néstor. Leitores, espectadores e internautas. São Paulo: Iluminuras, 2008.
GARCIA, Silvana. Teatro da Militância: a intenção do popular no engajamento político. 2.ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
GASSINER, John. Mestres do Teatro I. Trad. de Alberto Guzik e J. Guinsburg. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, 1997.
GASSINER, John. Mestres do Teatro II. Trad. de Alberto Guzik e J. Guinsburg. 2.ed. São Paulo: Perspectiva, 2001.
GODARD, Jean-Luc. Introdução a uma verdadeira História do Cinema. Tradução de Antonio de Padua Danesi. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
HAUSER, Arnold. História Social da Arte e da Literatura. Trad. de Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
HELIODORA, Barbara. Caminhos do teatro ocidental. São Paulo: Perspectiva, 2015.
JAMESON, F. Marcas do visível. Rio de Janeiro: Graal, 1995.
LANDSBERG. Prosthetic Memory: the transformation of american remembrance in the age of mass culture. New York: Columbia University Press, 2004.
LESKY, Albin. A Tragédia Grega. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, s/d.
MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas & pós-cinemas. Campinas: Papirus, 1997.
MAGALDI, Sábato. Moderna Dramaturgia Brasileira. São Paulo: Perspectiva, 1998.
MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 1990.
MASCARELLO, Fernando (org.). História do cinema mundial. Campinas: Papirus, 2006.
NIETZSCHE, Friedrich. O Nascimento da Tragédia: ou helenismo e pessimismo. Trad. Notas e posfácio de J. Guinsburg. São Paulo: Cia das Letras, 1992.
NÓVOA, J.; BARROS, J. D. Cinema-história. Teoria e representações sociais no cinema. Rio de Janeiro: Apicuri, 2008.
OLIVEIRA, Elysabeth Senra. Uma geração cinematográfica. São Paulo: Annablume, 2003.
OLIVEIRA JR., Luiz Carlos. A mise em scène no cinema – do clássico ao cinema de fluxo. Campinas/São Paulo: Papirus, 2013.
PALLOTTINI, Renata. Dramaturgia – a construção do personagem. São Paulo: Ática, 1989.
PEACOCK, Ronald. A arte do drama. Tradução de Bárbara Heliodora. São Paulo: Realizações Editora, 2011.
PRADO, Décio de Almeida. Peças, Pessoas e Personagens: o teatro brasileiro de Procópio Ferreiraa Cacilda Becker. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
RAMOS, Fernão Pessoa. A imagem-câmera. São Paulo/ Campinas: Papirus Editora, 2012.
REBELLO, Luiz Francisco. Breve História do Teatro Português. 5.ed. Portugal: Publicações EuropaAmérica, 2000.
RODRIGUES, Agnaldo. O futurismo e o teatro. Tangará da Serra: A. R edições, 2000.
ROSENFELD, Anatol. O Mito e o Herói no Moderno Teatro Brasileiro. São Paulo: Perspectiva, 1982.
ROSENFELD, Anatol. Prismas do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 1993.
ROSENSTONE, Robert A. A história nos filmes, os filmes na história. Tradução de Marcello Lino. São Paulo: Paz e Terra, 2010.
ROUBINE, Jean-Jacques. Introdução às grandes teorias do teatro. Tradução de André Telles. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.
SILVA, Agnaldo Rodrigues. Diálogos Literários – literatura, comparativismo e ensino. Cotia/SP: Ateliê, 2008.
SILVA, Agnaldo Rodrigues. Projeção de mitos e construção histórica no teatro trágico. Campinas: RG editora, 2008.
SZONDI, Peter. Ensaio sobre o Trágico. Trad. de Pedro Süssekind. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno [1880-1950]. São Paulo, Cosac & Naify, 2001.
WILLIAMS, Raymond. Tragédia Moderna. Trad. de Betina Bischof. São Paulo: Cosac & Naify, 2002.
O TRÁGICO NA FICÇÃO MODERNA
Carga Horária: 60 h
Creditos: 4
Ementa:
A tragédia grega e o trágico como categoria estética; A permanência do gênero na modernidade; Acomodação da estética da tragédia às novas formas literárias; A configuração do trágico na ficção moderna e/ou contemporânea.
Bibliografia:
ARISTÓTELES. Poética. In: ARISTÓTELES, HORÁCIO, LONGINO. A Poética clássica. São Paulo: Cultrix, 1981. p.17-54.
COSTA, Iná Camargo. “Tragédia no século XX” (Prefácio). In: WILLIAMS, Raymond. Tragédia Moderna. Trad. de Betina Bischof. São Paulo: 2002.
EAGLETON, Terry. Doce Violência - A ideia do trágico. São Paulo: Editora Unesp, 2012.
ELIADE, M. Função dos mitos. In: ELIADE, M. et al. O poder do mito. São Paulo: Martin Claret, s.d. p. 9-31.
FRYE, N. O mythos do outono: a tragédia. In.: FRYE, N. Anatomia da crítica. Trad. Péricles Eugênio da Silva Ramos. São Paulo: Cultrix. p.203-19.
GATTO, D. Uma tragédia cristã no Conto de Natal de Mário de Andrade. Revista Ecos, Cáceres, v. 01, p. 107-119, 2004.
GATTO, D. O sacrifício estético e a tragédia pessoal de Mário de Andrade. Revista Urutágua, Maringá (PR), v. 9, 2006.
GATTO, D. Uma combinação de máscaras sobrepostas no processo de construção de personagens em Mário de Andrade. In: SILVA, Agnaldo Rodrigues (Org.). Diálogos literários: literatura, comparativismo e ensino. São Paulo: Atelie, 2009. p. 413-435.
GATTO, D. A Tragédia na ficção de Mário de Andrade. Assis, 2004. 366f. Tese (Doutorado em Letras) – Faculdade de Ciências e Letras, Campus de Assis, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”.
HAUSER, A. História social da literatura e da arte. São Paulo: Mestre Jou, 1972.
KITTO, H. D. F. A tragédia grega. Vol. I e II. Coimbra: Arménio Amado, 1990.
LESKI, A. A tragédia grega. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2001.
NIETZSCHE, F. W. O Nascimento da tragédia ou helenismo e pessimismo. Trad. J. Guinsburg. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
ROSENFELD, A. Nietzsche e o irracionalismo. Revista USP, v.11, p.8-17, 1991.
SCHILLER, F. Teoria da tragédia. São Paulo: Herder, 1964.
SZONDI, Peter. Ensaio sobre o trágico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.
TOUCHARD, Pierre-Aimé. Dioniso: apologia do teatro. São Paulo: Cultrix, 1978.
VERNANT, Jean-Pierre; VIDAL-NAQUET, Pierre. Mito e tragédia na Grécia Antiga. São Paulo: Perspetiva, 2014.
POESIA E RESISTÊNCIA NOS PAÍSES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA
Carga Horária: 60 h
Creditos: 4
Ementa:
Estudos sobre poesia e resistência nos países africanos de língua portuguesa, dando enfoque aos movimentos de resistência que antecedem a independência nos países Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, bem como aos movimentos que colaboraram para a produção dessa literatura, a citar o movimento da negritude; o Modernismo Brasileiro; o papel de engajamento da imprensa periódica.
Bibliografia:
ABDALLA JUNIOR, Benjamin. De vôos e ilhas: literatura e comunitarismos. São Paulo: Ateliê, 2003.
ALMEIDA, Marinei. “Poesias de língua portuguesa: erotismo e sedução na e da linguagem”. Belo Horizonte: Revista Scripta. V. 14. N. 27, p. 161-168, 2º sem. 2010.
ALMEIDA, Marinei. “Entre vôos, pântanos e ilhas: Um estudo comparado entre Manoel de Barros e Eduardo White”. São Paulo: FFLCH – Universidade de São Paulo, 2008. [Tese de Doutorado – 213f]
ALMEIDA, Marinei e MAQUÊA, Vera. “José Craveirinha e Mia Couto: utopia e construção do espaço nacional em África”. In: Revista ECOS: Lingüísticas e Literaturas. (Org. Agnaldo Rodrigues). Cáceres-MT: editora Unemat, 2005.
CANIATO, Benilde Justo. Percursos pela África e por Macau. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005.
CHABAL, Patrick. Vozes moçambicanas. Lisboa: Veja, 1994.
CHAVES, Rita. A formação do romance angolano. Maputo/São Paulo: FBLP/Via Atlântica, 1999
CHAVES, Rita e MACÊDO, Tânia. Marcas da diferença: As Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. São Paulo: Alameda Casa editorial, 2006.
CRAVEIRINHA, José. Karingana ua Karingana. Maputo: Alcance editores, 2008.
COUTO, Mia. Pensamentos – textos de opinião. Lisboa: Caminho, 2005.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1997.
HERNANDEZ, Leila. A África na sala de aula. São Paulo: Selo Negro, 2005.
LARANJEIRA, Pires (Org.). Negritude africana de língua portuguesa. Textos de apoio. Coimbra: Ângelus Novus, 2000.
LEITE, Ana Mafalda. Literaturas africanas e formulações pós-coloniais. Lisboa: Colibri, 2003.
MACÊDO, Tania. Angola e Brasil – estudos comparados. São Paulo: Arte & Ciência, 2002.
MBEMBE, Achille. Efabulação e enclausuramento do espírito. In. Crítica da razão negra. Lisboa: Antígona, 2004.
MEMMI, Albert. O retrato do colonizado precedido pelo retrato do colonizador. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1977.
MONTEIRO, Manuel Rui. “Eu e o outro – o invasor (ou três poucas linhas uma maneira de pensar o texto)”. In: MEDINA, Cremilda. Sonha, mamana África. São Paulo: Epopéia, 1987.
SAID, Edward. As representações do intelectual: as conferências Reith de 1993. São Paulo: Cia das Letras, 2005.
SANTILLI, Maria Aparecida. Africanidade. São Paulo: Editora Ática, 1985.
SANTILLI, Maria Aparecida. Paralelas e Tangentes entre literaturas de língua portuguesa. São Paulo: USP, 2003.
SANTILLI, Maria Aparecida e FLORY, Suely F. V. Literaturas de Língua Portuguesa: Marcos e marcas. São Paulo: Arte e Ciência, 2007. (5 volumes, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Portugal)
SECCO, Carmen Lúcia Tindó. A magia das letras africanas. Rio de Janeiro: UFRJ, 2008.
SEPULVEDA, Maria do Carmo, SALGADO, Maria Teresa. África & Brasil: letras em laços. São Caetano do sul: Yendis editora, 2006
SERRANO, Carlos, WALDEMAN, Maurício. Memória D’África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2007.
SILVA, Agnaldo Rodrigues (Org.). Diálogos Literários: Literatura, Comparativismo e ensino. São Paulo: Ateliê Editorial, 2008.
PADILHA, Laura Cavalcanti. Entre voz e letra. Rio de Janeiro: Pallas, 2007.
REVISTA VIA ATLÂNTICA. (Vls: 1-10). Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo. São Paulo: Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas.
REVISTA ECOS. Revista do Instituto de Linguagem. Cáceres- MT: Editora Unemat.
SEMINÁRIOS DE PESQUISA
Carga Horária:60 h
Creditos:4
Ementa:
Discussão de questões relativas à pesquisa literária e à elaboração de textos acadêmicos a partir da produção dos discentes: métodos, critérios de organização e análise de material, elaboração de artigos, ensaios, dissertações e teses enfatizando as relações entre a conceituação teórica e o objeto analisado.
Bibliografia:
ADORNO, Theodor. Notas de literatura. Trad. Jorge de Almeida. São Paulo: editora 34, 2003.
ADORNO, Theodor. Palavras e sinais. Modelos críticos 2. Trad. Maria Helena Ruschel. Petrópolis: Vozes, 1995.
BAKTHIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura/Walter Benjamin. 7.ed. Trad. Sérgio Paulo Rouanet; prefácio de Jeanne Marie Gagnebin. São Paulo: Brasiliense, 1994. (Obras escolhidas, v.1)
BIANCHETTI, Lucídio; MACHADO, Ana Maria Netto. A bússola do escrever: desafios e estratégias na orientação e escrita de teses e dissertações. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
DESCARTES, Rene. Discurso do método. São Paulo: Martins fontes, 2009.
DURÃO, Fabio . O que é crítica Literária? São Paulo: Nankin editorial/ Parábola Editorial, 2016.
ECO, Humberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2001.
GAGNEBIN, Jeanne Marie. Lembrar escrever esquecer. São Paulo: Ed .34, 2006.
JAUSS, Hans R. (org.). A leitura e o leitor. Textos de estética da recepção. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
LAKATOS, Eva Maria e Marconi & ANDRADE, M. Metodologia Científica. Atlas: SP. 2a edição. 1991.
SAFATLE, Vladimir; Cinismo e falência da crítica, São Paulo: Boitempo, 2008
ZILBERMAN et al. Fontes primárias, teoria e História da literatura.. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2014.
TEORIAS DA LEITURA
Carga Horária: 60 h
Creditos: 4
Ementa:
Teoria e História da Leitura; A emancipação do leitor; Leitura do Texto Literário; Literatura e representação da Leitura; Teorias da Recepção e do Efeito; Leitura e Formação de Leitores; Sociologia da Leitura; Relação Leitor e Livro; Leitura e as novas tecnologias.
Bibliografia básica:
ABREU, Márcia (org.). Leitura, história e história da leitura. Campinas: Mercado de Letras: Associação de Leitura do Brasil; São Paulo: Fapesp, 1999.
BOURDIEU, Pierre. As regras da arte. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
CAVALLO, Gugliemo; CHARTIER, Roger. História da leitura no mundo ocidental. São Paulo: Ática, 1999.
CHARTIER, Roger et al. Práticas de leitura. Trad. Cristiane Nascimento. São Paulo: Estação Liberdade, 1996.
ESCARPIT, Robert. Sociologie de la littérature. 3.ed. Paris: Presses Universitaires de France, 1964.
HALLEWELL, Laurence. O livro no Brasil: sua história. Trad. Maria da Penha Villalobos e Lólio L. de Oliveira. São Paulo: T. A Queiroz: Ed. da Universidade de São Paulo, 1985.
ISER, Wolfgang. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. Trad. Johannes Kretschmer. São Paulo: Ed. 34, 1996. vol. 1.
ISER, Wolfgang. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. Trad. Johannes Kretschmer. São Paulo: Ed. 34, 1999. vol. 2.
LAJOLO, Marisa; ZILBERMAN, Regina. A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. Trad. Pedro Maia Soares. 4.reimpr. São Paulo: Cia das Letras, 1997.
Bibliografias complementares
ABREU, Márcia (org.). Cultura letrada: literatura e leitura. São Paulo: Editora Unesp, 2006. AGUIAR, Vera Teixeira (Coord.);
BORDINI, Maria da Glória. Literatura: a formação do leitor: alternativas metodológicas. 2. ed. Porto Alegre: Clube do Editores, 1993.
CANDIDO, Antonio. A literatura e a formação do homem. In: CANDIDO, Antonio. Textos de intervenção. Seleção, apresentação e notas de Vinicius Dantas. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34. p.77-92.
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: CANDIDO, Antonio. Vários escritos. 3.ed., revista e ampliada. São Paulo: Duas Cidades, 1995, p. 235-63.
CHARTIER, Roger (org.). A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: UNESP, 1998.
DARNTON, Robert. Os best-sellers proibidos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. ECO, Umberto. Sobre literatura. Rio de Janeiro: Record, 2003.
JAUSS, Hans Robert. A história da literatura como provocação à teoria literária. Trad. Sérgio Tellaroli. São Paulo: Ática, 1994.
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1993.
LAJOLO, Marisa; ZILBERMAN, Regina. A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1996.
LAJOLO, Marisa. A leitura rarefeita. São Paulo: Brasiliense, 1991.
LAJOLO, Marisa. O preço da leitura: leis e números por detrás das letras. São Paulo: Ática, 2001. ZAPPONE, Mirian Hisae Yaegashi. Caminhos da leitura literária no Brasil: prelos, editoras e instituições. In: AGUIAR, Vera Teixeira de;
MARTHA, Alice Áurea Penteado (orgs.). Territórios da leitura: da literatura aos leitores. São Paulo: Cultura Acadêmica; Assis, SP: ANEP, 2006, p.237-254.
ZILBERMAN, Regina. Estética da recepção e história da literatura. São Paulo: Ática, 1989.